Quando olhamos o retratado das instituições “igrejas evangélicas”, encontramos um álbum de fotografias muito semelhante ao de um clube associativo, que coletam taxas (dízimos e ofertas) para financiar seus banquetes e programas internos, e, de seus líderes.
Por uma igreja diferente...
Por uma igreja Diferente que contribua voluntariamente com dinheiro para um fundo comum destinados a sustentar viúvas e órfãos abandonados nas ruas em monturos.
Por uma igreja diferente que leve alimentos e remédios. Por uma igreja que faça companhia, apenas companhia, aos presidiários, que estão nas “ilhas penitencias”.
Por uma igreja diferente que faça como a igreja pastoreada por Tertuliano bispo Africano do século 2 que compravam caixões e cavavam túmulos para os pobres e criminosos, que, não fosse assim, seriam abandonados insepultos fora dos muros da cidade. Essa igreja não gritava bandido bom é bandido morto.
Por igreja diferente que viva a diversidade e pluralidade de gente como a igreja de pentecostes, onde o Espírito Santo derrubou todos os muros dos preconceitos e uniu os diferentes e as diferenças.
Por uma igreja diferente...
Luiz Ricardo da Costa, Pastor e Teólogo.

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